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Agudos, 12/11/2019, 23:51
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Em Agudos, um novo capítulo
do EnCantando a Vida

Em 2002, Frei Ademir Peixer e Frei Jardel Viana desceram a serra de Petrópolis para atender a um pedido feito pela Ir. Maria Lunardi, catequista franciscana, de dar através da música e da arte um pouco de alegrias a crianças e adolescentes da área conhecida como da Sagrada Família em Duque de Caxias (RJ).

Começava ali uma experiência que acabou dando frutos não só na Baixada, como em São Paulo, quando Frei Ademir trouxe o projeto, em 2005, para a capital paulista.

Em 2002 e 2003, o EnCantando de Caxias funcionou dentro do  Centro Integrado de Assistência à Família (Ciaf). Em 2003, ele foi para a Comunidade Nosso Senhor do Bonfim e ali permaneceu dois anos. Em 2004, Frei Leandro Vidal Gil foi ajudar frei Ademir com a saída de Frei Jardel.

No final de 2004, em outubro, o Definitório da Província da Imaculada aprovou a inclusão do projeto no Serviço Franciscano de Solidariedade.

Frei Ademir deixou o EnCantando de São Paulo para lecionar no Seminário de Agudos. O EnCantando em Agudos foi só uma questão de tempo e, em um ano, o projeto já é o maior dos três núcleos, com cerca de 130 alunos.

Segundo Frei Peixer, de manhã o projeto atende 65 crianças de 9 a 12 anos, nas atividades de coral e flauta doce.  Na parte da tarde, atende 65 crianças nas atividades de violão e orquestra (violino, viola, cello, contrabaixo). As aulas são desenvolvidas às segundas e quartas-feiras, sendo que na quarta, a aula é coletiva das 13h30 às 16h00.
Neste ano, Frei Ademir já deu um grande passo ao reunir as orquestras do projeto e dos seminaristas.   

O EnCantando a Vida tem parceria com o Projeto Crescendo Juntos da Prefeitura de Agudos.  “Foi uma grande graça de Deus a gente poder unir os dois projetos. Não é um trabalho que cai do céu, mas já tem uma história”, explica Frei Peixer.

O Seminário entra com a estrutura, os profissionais e os instrumentos. Já o Projeto Crescendo Juntos faz todo o acompanhamento pedagógico-social da criança. “A escola está cobrando a freqüência, hoje, através do bolsa-família”, explica a assistente social Ângela Maria Wolber, que supervisiona as atividades desenvolvidas naquele centro de ensino.

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