Fogo não é dor... É amor.

Viver, matar,
morrer, amar.
Reino de plantas intocáveis,
mortas por um rio de fogo,
onde queima cada pedaço,
das folhas secas molhadas por mim.
Embaixo de grande escuridão,
da luz divina a brilhar enfim.
Tentando destruir a maldade,
em um poço de luz inefável,
que queima com o fogo derramado
sobre alguém que ainda não foi amado.
Mas quem está pronto para a morte
apenas por um amor sem sorte.
Onde a morte é donzela
que brilha em sua noite ensolarada
ensolarada pela fria chuva de amanhã.


Sandro Dalmutt
3º ano