No mundo digital de hoje o que as pessoas querem é
rapidez, pois quanto mais rápido for a resposta de um bate-papo, por exemplo,
melhor fica a conversa, então os internautas que
estão criando um novo tipo de linguagem que é composta basicamente por
abreviações da língua, que facilita para o usuário da rede se corresponder sem
demora.
E se não bastasse esse novo tipo de escrita, está se
divulgando rapidamente pela Internet, ela também ignora todo e qualquer tipo de
regra gramatical estimulando os seus usuários a passar por cima delas até mesmo
em vestibulares. Tudo isso só por que “esquecemos” o nosso bom e velho amigo, o
português.
Mas isso não começou agora , isso já vem vindo desde o
tempo do Brasil império, em que começou-se a abreviar algumas palavras, por
exemplo, a palavra você que foi sofrendo várias contrações até chegar ao
estágio que está hoje. E perece que isso não para por aí, pois as palavras
continuam sofrendo contrações para facilitar a sua pronúncia e a sua escrita.
O que as
pessoas querem é facilidade e comodismo, pouquíssimas pessoas se importam com
as regras gramaticais quando está em um bate-papo ou escrevendo algo para si.
Imagine como seriam os textos digitados no Word se não fosse a auto correção!
Tudo tem seu tempo e lugar. A linguagem da Internet
deve ser usada nos momentos certos, somente na Internet e não transferi-la para
os dias atuais, pois assim estamos assassinando nossa gramática.
Devemos adequar nossa linguagem conforme estamos
reunidos no meio social. Se estivermos em casa podemos usar a linguagem
coloquial. Se estivermos em uma reunião devemos falar formalmente e não
ficarmos usando gírias da própria net.
Hoje muitos de nós estamos ligados diariamente na
Internet e usamos esta linguagem em nosso dia-a-dia. Não é errado mas devemos
usá-las nos momentos certos.
Thiago Henrique
Evonir Vieira,
3º col.