Hodiernalmente, muito
se fala em separação, divórcio, casamento moderno.
Alguns dizem: “Outrora não era assim, casamento era sério.
Havia grande respeito”. Claro! Outrora não podia se questionar. Muitos
não se separavam por causa da reputação, o nome tinha
uma grande importância.
Outrora, casamento não era tão respeitado... O casamento era
feito sem preparação, era dogma casar quando se atingia uma
determinada idade, era obrigatória a permanência no casamento,
não havia conversa. Era casar-se e pronto. Chegava-se a ponto de
os pais escolherem os parceiros para seus filhos, coisa horrível!
Temos, atualmente, uma fajuta preparação para o casamento.
Não é dogma se casar, pode-se ficar solteiro. Não se
é obrigado ficar casado “até que a morte separe”. No casamento
há conversa. Casa-se e separa-se. Há casos em que os pais
nem sabem quando será o casamento de seus filhos.
Em ambas as realidades, não vejo respeito de uns com os outros e
com os filhos num casamento, são verdadeiros egoístas. Quando
os casais ficarem amigos, quando os cônjuges tiverem respeito um para
com o outro e os dois para com os filhos, o câncer casamental será
sanado em toda a humanidade. As chagas sararão.
Amor verdadeiro pode ser que nunca houve entre os casais, em toda a nossa
história, até o tempo presente. Na vida, tudo é questão
de escolha, é mergulhar juntos. Se ambos, homem e mulher, escolherem
viver juntos, devem multiplicar felicidade, força, coragem, união,
mesmo que entre lágrimas. Um casamento só dará certo
quando marido e mulher apostarem no mesmo ideal, que é felicidade
para toda a vida terrena.
Ronaldo
Faustino
3º ano