Na sombra da matriz

       

 

Ò paz, calma, delicada, suave tal como uma manhã de domingo.

Deixa-me levar as tuas profundezas. Nas profundezas do céu lanço-me calmo, às vezes ofegantes, trêmulo.

Sinto almas livres sem lágrimas nos olhos, mas com risos nos lábios.

Não sinto medo, meus olhos contemplam o sol a repousar atrás dos montes.

Ouço atento uma canção que acelera o coração e vejo meu rosto.

Como desejo tocar-te, mas lembro-me que estou em paz, sentado na sombra da matriz.

 

 

 

                                                       Rubiano Facchi

1ºano