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Agudos, 12/11/2019, 23:05
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Instalações





A abertura do Ano Jubilar
O sol beijou docemente as torres da capela do Seminário Santo Antônio, pintando a chegada do esperado dia 11 de setembro.

Toda a casa pulsou mais forte porque nasceram novamente os laços do passado, presente e futuro inextricáveis, a fim de que o louvor e a ação de graças planassem ao coração do Criador.O ato de Fé iniciou com o cantar do órgão de tubos, com o coral do Seminário, com o Madrigal Sinfonia Vocal (Agudos), com o coral Santa Cecília ( Blumenau) e com o coral Zillo Lorenzzeti (Lençóis Paulista). Cantos de autoria de Frei Walter Hugo de Almeida quanto à letra; música de Frei José Luís Prim. Este harmonioso conjunto fez da solenidade um humano hino à Trindade. O hábito cor de terra preenchera o presbitério enquanto o celebrante, ministro provincial da ordem, Frei Caetano Ferrari iniciou a celebração na companhia dos concelebrantes; o cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, o vigário provincial Frei Augusto Koenig, o guardião do Seminário, Frei Nilton Decker e a grande personagem conhecedora dos quatro cantos da casa, Frei Gregório Johnscher. Acolhendo a todos os presentes, autoridades civis e religiosas, o celebrante conduzia uma grande celebração de louvor com as palavras de gratidão pela presença do Cardeal Arns, pondo-a como modelo e referência do evangelho; bem como aos outros confrades e concelebrantes. Nas palavras do celebrante: “um planta, outro rega e Deus faz crescer”.

A Bíblia sagrada foi conduzida ao altar por uma coreografia ao solo vocal do seminarista Luiz Gustavo Mees.

O evangelho segundo São Mateus, entoado por Frei Mário Brunetta, narra a “história” da casa construída na rocha e da casa construída na areia. Como Cristo apontou a importância da solidez na base da estrutura de uma casa, o cardeal discorreu com muita inspiração a respeito da construção do Seminário e de alguns personagens. Evidenciou a importância da celebração do jubileu, como é salutar a comemoração dos 2000 anos da natividade do Menino Deus. Em seu sábio e convicto dizer, colocou São Francisco de Assis como um andarilho, seguidor, construtor e missionário para o Reino. Mencionou a pessoa de Frei Ludovico Gomes de Castro (Ex-provincial,) como um idealizador, animador e transformador de cada pormenor desta casa em um desafio à inteligência e à vida dos irmãos. Outro grande exemplo por ele citado como figura central, foi a do ex-provincial Frei Heliodoro Müller que próximo à própria morte, agradeceu a Deus pela graça de ter recebido a unção dos enfermos pelas mãos de um Cardeal da Igreja. Morreu ele, no dizer de Dom Paulo, como um verdadeiro franciscano. O cardeal Arns, sorrindo, recordou Frei Maximiliano como sendo o ecônomo mais bem humorado que ele conhecera..
Com o pão e vinho, foram ofertados a terra como cultivo; sementes como semeadura resultante no germinar Humano e Espiritual; tijolo como estrutura, alicerce abençoado.

Foi de grande emoção a ação de graças em comunhão com o Salvador ao som do coral com o canto do Aleluia, parte do oratório de “O Messias” (G.F. Haendel).Frei Nilton Deker lançou um grande abraço de gratidão aos concelebrantes aos benfeitores, funcionários, frades e seminaristas, rogando sobre eles as bênçãos do Altíssimo.

O Cardeal Arns pronunciou a bênção franciscana lembrando que o Papa João Paulo II confessou-lhe um grande amor pelo Brasil e pediu que quando desse alguma bênção, o fizesse em nome do próprio Papa. A Eucaristia é sem dúvida a verdadeira rocha para um lar de vocações perseverantes, embaladas pelo zelo Divino.

O claustro do convento como expositor da vida de Dom Paulo, por escrito

Após a celebração Eucarística, o claustro do convento fez-se cenário e local para o lançamento simbólico do livro da vida do Cardeal. “Dom Paulo Evaristo Arns, um homem amado e perseguido”.

Declarou que é agradável ser amado. Observou a dureza da perseguição. “Perseguidos somos discípulos de Cristo, na autenticidade alcançamos o adjetivo. Não desisto de lutar porque para Francisco foi mais difícil e ele venceu, porque encontrou na cruz a esperança, na esperança os desafios da vida. A morte é um salto para a realização, é uma vida nova, realizada em Deus”. A CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICAA partilha na mesa.

Quando os raios do brilhante já não distinguiam o perfil da sombra, ficou grafado na memória dos presentes, de modo especial na dos seminaristas “a hora da grande bóia”. Reuniram-se aproximadamente 400 pessoas, entre autoridades civis, religiosos e religiosas, benfeitores, amigos, irmãos da OFS e os da casa.

Todos puderam se confraternizar na alegria do encontro. Saborearam os frutos da terra e sentiram a agradabilidade da união franciscana.

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