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Agudos, 22/09/2019, 20:17
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Instalações





Começa então a epopéia de Agudos. Era preciso restaurar a fazenda e, o mais difícil, dar início às obras de construção. Frei Rufino Ueter passou a morar na fazenda, tornando-se assim o primeiro frade "fazendeiro" da Província, sendo logo auxiliado por Frei Ermírio Berri e Frei Leonardo Schütz. Dois anos depois, Frei Vergílio Berri passava a administrar a fazenda, enquanto Frei Rufino acompanhava de perto a construção do Seminário.

Frei Heliodoro procurara o Dr. Joaquim Bezerra da Silva, funcionário da Secretária da Agricultura e autor de vários projetos para escolas agrícolas do Estado, que aceitou a idéia. E escolheu como mestre-de-obra o Sr. Amando Carrara que veio morar em Agudos. Frei Onésimo Dreyer, com alunos de Rio Negro, fez o levantamento topográfico para a localização do prédio. Frei Maximiliano Kaufhold, ecônomo da Província, garantiu o pagamento dos compromissos. Frei Ludovico Gomes de Castro, padre provincial na época, coordenou os trabalhos.

Quando, em 1952, Frei Heliodoro assumiu o provincialado, Frei Ludovico passou definitivamente a ser o encarregado da construção, tendo como supervisor local Frei Walter Kempf, que substituíra a Frei Rufino. Em 1950, quatro classes, desde a 8ª série do primeiro grau, até a 3ª do segundo (4° ginásio e os 3 colegiais), foram transferidas de Rio Negro para Agudos, num total de 80 alunos.

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